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Fronteiras X Imigração no Ancapistão


Em uma sociedade ancap, as "fronteiras" seriam as propriedades privadas das pessoas. A galera tem uma ideia errada de que no ancapistão, qualquer pessoa poderia chegar e adentrar o território da cidade ou país só porque "não existem fronteiras" - o que não é verdade, não existiriam fronteiras estatais porque não existiria estado, mas existiriam fronteira sim, só que privadas, formadas pelas empresas de segurança da cidade ou do país. A cidade ou país anarcocapitalista forma um todo privado, como um condomínio, onde só entra quem estiver de acordo com as regras assumidas pelos condôminos - cujo compromisso para a defesa interna contra invasores, sem dúvidas deverá fazer parte pois certamente não será a casa da mãe Joana, aberto à entrada de qualquer um ou a tipos de pessoas cuja as percepções e atitudes seja nocívas à cidade ou país como é o caso de indivíduos que se dizem adeptos de uma "religião da paz" que em um momento seguinte desejam impor as leis do seu livro religioso a todos à força.

Se você se acha o fodão em segurança, que na tua propriedade ninguém vai invadir, parabéns pra você, mas não use isso como argumento pra impedir a coalizão das pessoas pacíficas de bem em impedir que o condomínio/cidade como um todo seja invadido/a e não só nessa ou naquela propriedade privada individual, pois isso é direito natural delas de: 1) Associação voluntária - que tem como sua contraparte necessariamente o direito de discriminação e não-associação 2) Auto-defesa.

O que não pode é o multi-culturalismo forçado - como acontece agora, onde a nação dona do território é forçada a se adptatar a imigrantes que não aceitam os princípios basilares de seu modo de vida, que é, portanto, a invasão com apoio do estado contra a vontade da população, que é quem deveria dizer que tipo de pessoa pode ou não entrar em seu território. Quem discordar de tal regra do condomínio/cidade/país anarcocapitalista também não deve poder entrar nele. Mas mesmo no aqui e agora, pessoas que atentam contra as bases racionais da civilização ocidental (direitos de propriedade e auto-propriedade) por um tipo a mais (além do socialismo) de ideologia que prega a violação sistemática dos tais (o islã) portanto não devem ser aceitos.

Mas não haveria nada no libertarianismo de Fronteiras Abertas? Sim, haveria, as fronteiras de cidades ou países libertários a regra é as fronteiras estarem abertas para quem deseja SAIR, seja a passeio ou para sempre (a exceção é no caso de ser um bandido tentando fugir, nesse caso ele deve ser barrado), mas para a entrada a regra é fronteiras FECHADAS e a entrada é a exceção (caso cumpra rigorosamente os requisitos da filosofia e a aceite como lei).

- Liberteen cuck: Um país inteiro nada mais é que uma linha imaginária demarcada de forma arbitrária por uma gangue armada.

- Libertário raiz: Não confunda país (nação com uma determinada história e identidade cultural dona de um território) com estado.

- Liberteen cuck: Quando você fala em país você já está sendo coletivista. Determinada história e identidade cultural? Minha cultura individual difere de muitas coisas da chamada "cultura brasileira" por exemplo.

- Libertário raiz: Não há problema em defender vários indivíduos (como no caso do 'localismo' = defesa sistemática dos interesses locais) ao invés de um só, desde que não haja coerção estatal (ou desde que tal coerção esteja a favor de um direito jusracional no caso de não haver outro meio possível para a proteção de tal direito devido a uma situação presente na atualidade). O coletivismo em si só é um mal quando se presta como ferramenta para a coerção estatal que viola direitos juzracionais ou quando se presta a ser um elemento de corrosão do tecido social e subversão da ordem espontânea como estratégia de infiltração, modificação para subjugação (tipo o idiotismo útil do feminismo e do politicamente correto em geral que é marxismo cultural para estimular a luta de classes e similares). A ética é coletivista e individualista ao mesmo tempo, pois o coletivo nada mais é que a soma de indivíduos... o fato dela se respaldar a todos que esteja de acordo com ela a faria "coletivista" e o fato dela respaldar a cada um que está de acordo com ela a faria "individualista".O que não vale é coletivismo que visa passar por cima dos direitos jusracionais só por ser uma maioria (como é o caso da democracia etc, ou grupelhos de "minorias" cagadoras de regras que violam direitos jusracionais).

Os governos socialistas vêem a dimiuição da taxa de natalidade como algo fatal para o sistema de previdência público, (pois quando menos jovens mais impossível vai ficando pagar a aposentadoria dos velhos) então, pra salvar o estado, eles vêem na imigração uma "solução" não se importando se são de terroristas, pois tudo o que eles querem é gente que procrie muito. Então tá ai o culpado, o estado.

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