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Em uma sociedade ancap, as "fronteiras" seriam as propriedades privadas das pessoas. A galera tem uma ideia errada de que no ancapistão, qualquer pessoa poderia chegar e entrar nas propriedades alheias só porque "não existem fronteiras" - o que não é verdade, não existiriam fronteiras estatais, mas sim a fronteira privada formada pelas empresas de segurança da cidade ou do país. A cidade ou país anarcocapitalista forma um todo privado, como um condomínio, onde só entra quem estiver de acordo com as regras assumidas pelos condôminos - cujo compromisso para a defesa interna contra invasores, sem dúvidas deverá fazer parte pois certamente não será a casa da mãe Joana, aberto à entrada de qualquer um ou a tipos de pessoas cuja as percepções e atitudes seja nocívas à cidade ou país como é o caso de indivíduos que se dizem adeptos de uma religião da paz que em um momento seguinte desejam impor as leis do seu livro religioso a todos à força.

Se você se acha o fodão em segurança, que na tua propriedade ninguém vai invadir, parabéns pra você, mas não use isso como argumento pra impedir a coalizão das pessoas pacíficas de bem em impedir que o condomínio/cidade como um todo seja invadido/a e não só nessa ou naquela propriedade privada individual, pois isso é direito natural delas de: 1) Associação voluntária 2) Auto-defesa.

O que não pode é integração forçada - como acontece agora. Que é invasão com apoio do estado contra a vontade da população, que é a dona legítima do território e que é, portanto, quem deveria dizer que tipo de pessoa pode ou não entrar em seu território. Quem discordar de tal regra do condomínio/cidade/país ou de qualquer outra também não poderia entrar nele.


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