Filosofia



Ontohermeneutologia Semiológica

O Realismo Metafísico Formal

Erros (Onto) Lógicos nas Teorias de Einstein

Será mesmo que usar Deus como curinga torna o teísmo menos reprovável segundo o princípio epistemológico da Navalha de Occam?

Liberdade x Determinismo

Filosofia da Mente

Fé não é axioma!

Metafísica

Mundos Possíveis

Não existe conhecimento a priori

FRAGMENTOS SOBRE CORRENTES DE PENSAMENTO:

Existencialismo:

O problema do existencialismo é que existencialistas negam a metafísica... um bebê para eles é "nada" pois ele ainda não se fez dele mesmo alguma coisa e segundo eles só somos o que fizermos de nós mesmos. O que leva a um outro erro grotesco, tão grande quanto o dos que negam a liberdade humana. Idealismo:

Eu critico alguns idealistas que usam a frase "penso, logo existo" como se o pensar fosse fundamento da existência - quando na verdade, todos sabemos que é o contrário (só caras muito tapados e idiotas podem acreditar que a existência de tudo provém do pensamento, tal como aqueles que acreditam em "O segredo" de forma literal e simplória, de que bastaria imaginar estar numa ferrari para em algum tempo ganhar uma ou coisas do tipo [embora a visualização mental possa ser um fator positivo mas que isolado não é nada mais que uma punhetação mental]).

Então excluindo esse tipo de indivíduo que diz que o mundo não existe e que tudo está na sua mente, que a mente é criadora e babozeiras similares, para os demais, os que usam a razão, este sabem que quando Descartes disse "penso, logo existo" seu objetivo ali não era o de fundamentar sua existência, mas sim de fundamentar o conhecimento, um conhecimento que pudesse ser afirmado como algo tão basilar e inegável que servisse como alicerce de uma contrução de pensamentos. Então ele não está falando na perspectiva da ordem cronológica, mas sim na perspectiva epistemológica e pedagógica. Epistemológica na medida que busca um fundamento puramente racional e indubitável como ponto de partida para a construção de uma forma de saber puramente racional. E pedagógico pois ele não apenas enuncia a tese de uma forma mais rigorosa e exata, mas ele visa antes de tudo clareza e simplicidade, ainda que resulte um pouco ambígua porém mais compreensível pelo contexto do que por si mesma.

TÓPICOS AVULSOS DE EPISTEMOLOGIA

"Conhecimento é a justificação metodologicamente correta de crenças. Mas o status de método epistêmico correto já pressupõe o conhecimento, pois ele é correto em relação a constituir conhecimento. Como resolver essa circularidade?"

- A solução é entender que nesse caso se trata de um espiral ascendente de círculo virtuoso, onde a cada giro (do círculo virtuoso) o conhecimento se refina, se auto-purga e sobe um nível, ou em abrangência ou em profundidade ou em auto-verificação. A teoria da incompletude de Kurt Gödel trata disso, a incapacidade de uma auto-justificação de qualquer ciência isolada a partir do zero. O que a teoria da incompletude de Gӧdel faz é mostrar que o conhecimento humano construído de forma fragmentada e que para explicar a realidade um fragmento só não dá conta, é preciso sempre de mais de um - a matemática sozinha não consegue, a lógica sozinha não consegue, a metafísica sozinha não consegue, a história sozinha não consegue e assim por diante.

Ou seja, o conhecimento humano é interdependente - cada fragmento depende de outros fragmentos (mas de conhecimento e não de fantasias mitológicas etc).

A diferença entre o círculo vicioso e o virtuoso é que no vicioso a justificação de uma tese, exemplo, A já implica imediatamente na crença a de B é justificado, porém a B pressupõe a A justificada de antemão e não é portanto justificada racionalmente, o que não ocorre no círculo virtuoso onde cada proposição ou tese é justificada durante o processo de exposição (ainda que no final a conclusão dê suporte a uma premissa que havia sido adotada como axioma). https://pt.wikipedia.org/wiki/Petitio_principii


Enciclopédia Filosófica de Stanford



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