Uma abordagem lógico-dedutiva com uma perspectiva multidisciplinar



Autor: André Caregnato

Prefácio

Antes de tudo, quero dizer de forma suscinta porque não acredito nas teorias de Einstein (o que depois será mostrado de forma detalhada com várias outrao razões de acréscimo no decorrer do artigo): 1) Até hoje não vi um evento ou fenômeno que não pudesse ser explicado sem as teorias dele (então ao meu ver ela não tem utilidade); 2) Pela Navalha de Occam a explicação com menos premissas e menos seres deve ser preferia a uma com mais premissas e mais seres. E certamente a explicação de Einstein não passa passa ilesa pela Navalha de Occam. "Isaac Newton não desconhecia a Navalha de Ockham, até mesmo tinha sua própria versão dela: "Não se deve admitir mais causas às coisas da natureza que aquelas que forem tanto verdadeiras quanto suficientes para explicar sua aparência.""¹ Tendo dito isso, vamos lá!

Hoje em dia, infelizmete, discordar de uma teoria por muitos considerada cientifica é como se fosse ir "contra a ciência". Esquecem-se que é próprio da filosofia e da ciência a dúvida, o questionamento, a crítica (embora não a dúvida pela dúvida, mas como método de busca pela verdade). No entanto, nos dias de hoje, mesmo se os argumentos apresentados forem de caráter puramente racional ou científico, sem nenhuma extrapolação à ciência e à razão... principalmente quando as teorias atacadas são a do ídolo pop da ciência levantado pela mídia, Einstein, ai sim a coisa fica feia... os crentes, digo, os adeptos, se voltam contra ti como o religioso que vê seu deus sendo atacado. Para estes, duvidar de Einsten, questionar as teorias de Einstein ou atacar as teorias de Einsten é um pecado mortal. A primeiras falácias com que eles se armam para atacar é a ad hominem, a ad verecundiam e a falácia genética. Além da de espantalho, claro.

O fato é que Einstein foi exaltado e idolatrado pela midia de massa durante décadas visando nitidamente criar um esteriótipo. Agora, se isso foi uma graças a uma peça publicitária do sionismo e suas facetas na mídia para fazer exaltar os judeus, isso ainda é uma boa questão a ser averiguada por uma pesquisa posterior. Fato é que alguns dirão "ah, mas ele era contra o sionismo", contra o sionismo que ele mesmo descrevia como sendo fascista (Carta enviada ao New York Times em 1948 em protesto contra a visita de Menachem Begin) mas não nos esqueçamos que havia e há o sionismo de esqueda (trabalhista) ou como se queira chamar, que possivelmente conhecendo seu posicionamento político (de cunho socialista) tenha feito o possível para trampolinar essa perspectiva através da criação (mediante pesados investimentos na mídia durante período longo de tempo) de um astro pop da física que a defendesse, como ele aliás o fez (isso fica cristalino em seu artigo de nome: "Por que o socialismo?") - coisa esta a respeito da qual posso estar errado... ou não. Nesse caso é apenas uma suspeita mesmo. A, talvez, ser investigada mais adiante.

Em relação ao que eu dizia logo acima, algum tempo se passou e encontrei uma evidência que parece a corroborar, atente-se aos efeitos possivelmente produzidos pelo fenômeno hipotético supracitado:

"Nas primeiras décadas do século XX a figura de Einstein tornou-se um símbolo de importância fundamental para os judeus de todo o mundo. Seus trabalhos sobre o efeito fotoelétrico, que lhe valeram o prêmio Nobel em 1905, haviam chamado para ele a atenção do meio científico. Mas foi a Teoria da Relatividade, em suas duas formas, que veio dar à sua figura uma popularidade raríssimas vezes verificada entre cientistas, parcialmente explicável pelo fato de postularem uma reformulação profunda de conceitos básicos da física como espaço, tempo e energia. Transformado rapidamente em celebridade, e logo em sensação científica, Einstein percorreu o mundo explicando suas teorias a platéias que reuniam desde cientistas a uma multidão de leigos embasbacados.

Einstein logo atraiu a atenção da comunidade judaica internacional, que nele pretendia enxergar a si mesma elevada ao topo da glória e do reconhecimento internacional. Muitos quiseram ver em Einstein uma nova confirmação do velho mito da "eleição" ou da "superioridade". Algo em sua figura fazia apelo ao substrato místico da alma judaica: ele aparecia como uma versão contemporânea do sábio cabalista, que, através de suas fórmulas esotéricas, perscrutava os segredos da natureza. Houve mesmo um rabino que declarou ser a busca einsteiniana por uma teoria do campo unificado uma forma científica de monoteísmo(!)12. O próprio Einstein, vaidosamente, e de maneira ligeiramente ridícula para um cientista, estimulava essas associações ao interpretar de forma teológica suas teorias e a ciência em geral. Costumava afirmar, por exemplo, que seu interesse era o de compreender o "pensamento de Deus"; e seu argumento preferido na polêmica com os partidários do "princípio da indeterminação" era o de que "Deus não joga dados com o universo". Sua fama, mas também sua vaidade, o transformaram em uma espécie de embaixador mundial da causa judaica. Declarando-se sionista, foi cortejado por Chaim Weizmann e Ben Gurion (os sionistas viriam inclusive a oferecer-lhe a presidência do Estado de Israel), tornando-se uma referência mundial da campanha pelo retorno à Terra Prometida.

No início da década de 1920, quando se aproximou do sionismo, Einstein era conhecido não apenas pelos seus trabalhos científicos, mas também como um defensor radical da causa do pacifismo. Entendia de assuntos políticos tanto como Weizmann de Física. A cúpula sionista o atraiu e o utilizou basicamente como figura de enfeite, recorrendo à sua notoriedade para angariar prestígio e simpatia internacionais." ¹

"Einstein, uma das referências do movimento sionista no século XX, doou boa parte de seus documentos originais a esse centro de estudos, que tem a propriedade intelectual de seu nome e de todo seu trabalho." - Fonte: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/sem-teoria-da-relatividade-de-einstein-gps-nao-existiria

Antes que se apressem em me julgar como alguém que não gosta de judeus etc (pois o que há de gente com sérias dificuldades de interpretação de texto não é brincadeira) já digo que esse não é o caso, apenas apontei hipóteses de linha de pesquisa de auxílio na busca pela verdade. E para tal as vezes é preciso ter a disposição de cavar um pouco mais na história e tentar encontrar o que ninguém encontrou, estar disposto a tentar ver o que ninguém viu ainda.


"Precisamos entender a Física, não como algo fechado e terminado, mas sim como um patrimônio em constante mudança. Tais mudanças ocorrem quando um determinado modelo, devido ao avanço do conhecimento, não explica mais de maneira satisfatória os fenômenos naturais a que se refere."

Os Fundamentos da Física, Ramalho; Nicolau; Toledo, Volume 1, ed. Moderna, p. 3.

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Prólogo

Advirto o prezado leitor que, para não pecar em didática, pois se trata de um assunto razoavelmente complexo, serei um tanto prolixo e repetitivo na busca de levar a vocês a correta compreensão do que quero dizer. O assunto já é complexo o suficiente, tentar ser sussinto e sintético só tornaria o meu trabalho mais difícil e o de quem tentar entender o que eu digo também.

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Introdução

Na ciência, assim como em outros âmbitos, nem sempre o que é maistream é de fato verdadeiro... mesmo que isso seja largamente difundido como científico e verdadeiro. Isso é mais explícito na área da medicina (quem conhece o trabalho do Dr. Lair Ribeiro ou do Dr. Mercola ou do Dr. Karter ou do Dr. Souto sabe disso), embora ocorra em outras áreas científicas também. O maior erro da comunidade ao meu ver em relação a Einstein é o do viés de confirmação. Vêem uma correlação e, na ânsia de que o que o que Einstein disse esteja certo colocam como se aquilo fosse uma "prova", como se fosse uma relação de causal - o que na sobrepujante maioria das vezes... não é.

Não é pelo simples fato de um determinado fenômeno coincidir com uma suspeita ou hipótese que isso seria a prova que de que essa suspeita ou hipótese seja verdadeira. Antes, é preciso que se estabeleça um nexo de causalidade entre uma coisa e outra, pois a simples correlação não implica em causalidade. E enquanto não for estabelecido o nexo causal, a real explicação para o fenômeno percebido permanece descohecida. E portanto, a hipótese que se pretende vender pela mídia como sendo a verdadeira explicação para o fenômeno não está comprovada, e a verdadeira, pode muito bem ser qualquer outra hipótese concorrente.

Até hoje todas os supostos experimentos que teriam provado as teorias de Einstein foram sempre noticiados como "prova" mas sem dar a prova do nexo de causalidade... parece que as teorias dele sempre estiveram muito mais cercadas de entusiasmo e desiderato por parte do público e da mídia do que propriamente de ciência. Os caras acham a primeira correlação/coincidência que lhes aparece e já saem sempre gritando aos quatro ventos, apregoando como prova pelos veículos da mídia. Foi assim com os relógios atômicos no avião (que prova deram de que a causa diferença de horário dos relógio que ficou na terra em relação ao que esteve voando no avião foi a velocidade com que se voou e não o tempo que se permaneceu naquela altitude por exemplo?). Foi assim com o adiantamento dos relógios dos satélites também. Acham uma coincidência dizem eles "é a prova". Mas, ao invés disso, é mero viés de confirmação.

O fato de que seja necessário ter que dizer/ensinar isso, (o básico do básico de lógica, epistemologia, honestidade intelectual, filosofia da ciência e método científico) aos pretensos "arautos da verdadeira ciência" é cúmulo do absurdo, algo deplorável, que mostra, de fato, a que ponto chegamos em termos de ignorância, alienação, desinformação e ideologia dentro dos redutos da ciência. Onde o que vale, no fundo, é o maior grau de obediência canina, ou seja, o maior grau de conformidade dos sujeitos ás "verdades prontas" que lhe são entregues. Quem tentar rechaçá-las será sempre calado e punido pela comunidade acadêmica, ai uma hora ou outra eles vencem as vozes isoladas pelo cansaço e mantém suas "verdades" à força (ad baculum).

Por um lado, é verdade, eles não vão te queimar numa fogueira de fogo real como se fazia antigamente com "os hereges" por discordar de uma de suas "verdades inquestináveis" (sim, a academia de hoje se assemelha em grande medida com a religião) mas usarão de uma série de artifícios retóricos e burocráticos (caso você esteja vinculado a uma instituição de ensino) para te ostracisar, artifícios estes que vão desde a simples ridicularização (ad ridículum), passando pelas falácias de espantalhos, até chegar à sua reprovação (caso você seja aluno) ou sua demissão (caso seja professor... porém é mais provável se for em faculdade particular, pois em uma federal pública não é tão fácil tirar o professor), embora o que é mais usual é que se você contraria o dogma vigente não terá verbas para projetos de pesquisa aprovados.

Coisa esta que o professor Luiz Carlos Molion em várias de suas entrevistas explica muito bem ao falar em relação a IPCC, ONU e o suposto aquecimento global antropogênico que, aliás, ele demonstra que não existe.

O fato de a comunidade rejeitar quem pensa diferente e colocá-los à margem não publicando seus artigos etc também NÃO pode ser tido como "prova" de que o que os discordantes dizem é falso. Pois fazer isso seria cair na falácia ad verecundiam. Veja-se que vários dos críticos de Einstein são físicos, engenheiros, matemáticos... mas mesmo se não tivessem formação acadêmica na área isso não invalidaria em nada seus argumentos, pois argumentos são sempre argumentos, não importa de "quem" sejam ou de "onde" eles venham. Os maiores filósofos da história não foram "formados" em filosofia, os maiores músicos da história não eram músicos "formados" em música... e assim sucessivamente em praticamente todas as áreas do saber.

Rejeitar as críticas por sua origem ("ah não veio de uma revista científica, veio de blogs, sites escritos por um qualquer etc") também não é justificável, uma vez que isso te levaria a outra falácia, a falácia genética que consiste em aprovar ou rejeitar uma proposição (ou um conjunto de proposições) baseado unicamente na fonte/origem das mesmas.

"a inovação é uma capacidade de a mente inferir significados inusitados a partir de informações aparentemente banais; produzir respostas divergentes e criativas; olhar a realidade convencional com uma óptica insólita; gerar, em suma, hipóteses, cenários e soluções diferentes"

(Criatividade, pesquisa e inovação: o caminho surpreendente da descoberta p. 6. Senac: a R. Educ. Prof Rio de Janeiro, v. 36, n.1, jan./abr. 2010)

Aos que dogmaticamente defendem Einstein e buscam apenas uma desculpa qualquer para descartar minhas críticas sempre há os que me acusam de não provar matematicamente, ou os que dizem que eu teria que provar com um experimento empiricamente. Porém, a metafísica, de forma diferente da ciência, não tem como se valer da experimentação para validar suas proposições, recorrendo ao invés disso, apenas à razão, pois os objetos de que trata, em boa parte, não têm existência no mundo natural, mas, que mesmo não existindo, não tem nada a ver com sobrenatural, por ser abstrato e precisa sim ser tematizado pela metafísica.

Há também os que dizem que eu não entendo nada de física e portanto o que digo não pode ter valor algum, eles não conseguem perceber que ningúem precisa ser um politicólogo para saber que um desvio de verba é corrupção, pois para isso basta entender um pouquinho de ética. Da mesma forma, posso não ser um físico, mas entendo de lógica e de metafísica bem como de filosofia da natureza o suficiente para perceber que o que Einstein fez ao criar sua teoria do espaço-tempo e a sua teoria do espaço curvo pela massa são fruto de dois grandes erros na área da filosofia, área na qual ele não tinha competência, mais especificamente erros ontológicos, como será demonstrado adiante. Por isso, não, não estou invadindo um território a que não me diz respeito. Antes, no lado inverso dessa situação, estou consertando um erro de quem realmente fez isso - Einstein.

Ademais se você acha que um filósofo não deveria se meter a tratar de conceitos físicos e sobre física teórica, dê uma lida nesse artigo e neste outro aqui, que também prova que o próprio Einstein reconhece a importância da filosofia para o campo da física em que o próprio Einstein defende a importância da filosofia para o fazer científico... embora sua defesa a esse respeito esteja totalemente correta, ele mesmo falhou neste quesito (que é o que procuramos mostrar com neste trabalho aqui. O problema é que apesar dele ter reconhecido a importância da filosofia para o tratamento de temas físicos, ele não teve muita competência nesse ponto, que como mostraremos aqui, foi o que lhe fez cometer os equívocos filosóficos que ele cometeu.

Neste trabalho pretendo demonstrar por meio da dedução lógica, do ferramental conceitual metafísico, de explicações das ciências cognitivas, que o espaço e o tempo são entidades inexistentes no âmbito da física e que só existem nas mentes dos seres vivos (talvez de nem todos e variando em grau conforme a capacidade cognitiva de cada espécie) sendo uma ilusão (e no caso dos humanos também uma ficção) intuitiva, que apesar disso, se tornaram convenções entre nós, mas que nem por isso (serem mera convenção, ilusão, ficação, imaginação, entes de razão) dexam de ser muitíssimo úteis para nós, tanto na ciência quanto no quotidiano da vida prática.

A única coisa que não se pode fazer é confundir essa ilusão/imaginação da mente (construto mental oriundo da percepção com a imaginação, como diria Jeanne Bernis, que é o que eu chamaria de "percepção adaptativa" onde nossa mente cria um complemento sobre aquilo que percebe para melhor nos servir em termos de utilidade) que gerou na mente humana conceitos ficcionais e metafísicos (embora normalmente pensemos corriqueiramente nelas como coisas reais no mundo fora de nossas mentes - devido à ilusão criada pela mente para ajudar o ser humano na vida prática) como sendo coisas existentes per si, o que não está errado dizer a nível de senso comum, é no entanto problemático quando se tenta instaurar uma teoria baseada nesses conceitos de senso comum, como fez Einstein. Erro este de assumir o irreal e ilusório (que é um mero construto da mente humana produzido com base no real mas não se confundido com ele, tal como uma estória baseada em fatos reais) como se fosse real.... esse foi o erro de Einstein que o permitiu formular sua teoria do suposto "espaço-tempo" e da "curvatura do espaço pela massa dos corpos".

Como puderam notar eu nada disse contra o núcleo básico da teoria da relatividade geral, mas sim apenas contra as supostas consequências que Einstein visa desdobrar dela que são "non sequiturs" além de falhas ontológicas ou conceituais sobre o que de fato venha a ser "tempo" e "espaço", pois acredito que seja como bem foi dito pelo notável físico brasileiro, Cesar Lattes em resposta a questionamentos que lhe foram feitos a esse respeito, confira:

"D.P. -- Então o senhor considera a Teoria da Relatividade errada? Aquela famosa equação E=MC² está errada? César Lattes -- A equação está certa. É do Henri Poincaré. Já a teoria da relatividade do Einstein está errada. E há vários indícios que comprovam esse ponto de vista. D.P. -- Mas professor, periodicamente lemos que "mais uma teoria de Einstein foi comprovada"... César Lattes -- É a turma dele, o lobby, que continua a alimentar essa lenda. Tem muita gente ganhando a vida ensinando as teorias do Einstein. D.P. -- Mas, e o Prêmio Nobel que ele ganhou por sua pesquisa sobre o efeito fotoelétrico em 1921? César Lattes -- Foi uma teoria furada. A luz é principalmente onda. Ele disse que a luz viajava como partícula. Está errado, é somente na hora da emissão da luz que ela se apresenta como partícula. E essa constatação já tinha sido feita por Max Planck." César Lattes em entrevista.

Veja-se a que ponto chega o viés de confirmação e enviesamento, ao invés de se procurar falsear a teoria para ver se ela é científica mesmo veja o que ocorre no lugar disso:

"LIGO é um observatório detectar ondas gravitacionais. O acrônimo vem de Laser Interferometer Gravitational-Wave Observatory (Observatório de ondas gravitacionais por interferometria laser). A missão para a qual foi projetado é para confirmar a existência de ondas gravitacionais previstos pela teoria da relatividade geral de Einstein" - Fonte: https://es.wikipedia.org/wiki/LIGO. Por ai já dá pra ter uma ideia do grau de desiderato e enviesamento na tentativa de arranjar alguma forma de justificar a teoria como verdadeira. Porém, toda esse entusiasmo e desiderado de comprovar que ele esteja certo compromete e muito a credibilidade dos resultados. Com tanta vontade de se provar que a teoria de Einstein é verdadeira é bem questionavel se o método usado é confiável, se a interpretação dos fenômenos percebidos são causados realmente por aquilo que eles supoe ou por outras causas quaisquer ou se tudo isso não passa, mais uma vez, (como é o mais provável) de puro viés confirmatório e ideologia na ciência.

Este texto evoluiu de minhas suspeitas pessoais sobre as teorias de Einstein (devido ao excessivo marketing e propaganda em favor das tais, em todos os tipos de mídia, como nunca houve para qualquer outro autor ou teoria - um endossamento tão completo e irrestrito e que nunca deixa qualquer reserva de dúvida ou questionamento... a não ser em perguntas retóricas [que por serem retóricas durante propagandas de documentários, capas revistas etc tem apenas a função de fazer uma "chamada" e prender a atenção das pessoas mas não de questionar realmente]. Ao ver esse tipo de atitude por parte de praticamente todos, praticamente sempre, comecei a suspeitar cada vez mais, pois a apologia entusiasta acontecia de forma desmedida e incessante, e claro, por outro lado pela própria falta de sentido das mesmas teorias quando examinadas de forma fria e desapaixonada) e como resultado de alguns debates travados na defesa de meus pontos de vista, com o passar do tempo fui juntando pedaços, tentando organizar até que chegamos ao ponto presente. Mas infelizmente como, para facilitar minha exposição dessas ideias para com quem eu estava a debater no facebook, acabei publicando meu texto em forma de um site antes da hora, mostrando para aquelas pessoas, por isso me vi obrigado protocolar/registrar seu conteúdo completo para que possa comprovar minha autoria antes que outra pessoa que o o encontre online e o faça antes de mim. Assim acabei por registar/protocolar o conteúdo dessa página inteira em meu nome para garantir que meu trabalho não seja roubado, ainda que com ele relativamente prematuro, e com uma versão meio mal acabada deste texto. Espero que, mesmo assim este trabalho seja útil para que, em fim, a física possa progredir se desviando dos erros que ao meu ver a um bom tempo já a atrasam, fazendo-a perder tempo, tal com um cão que corre atrás do próprio rabo sem, entretanto, nunca alcançá-lo.

Particularmente só comecei a escrever isso quando eu já não aguentava mais ver tanta tendenciosidade e tanta "certeza" dogmática enquanto eu se quer conseguia ver sentido. Excesso de certeza acrítica nos outros foi algo que sempre me inquietou e causou espécie, quanto mais nesse caso onde esses dogmas são grandemente generalizados é quase só por milagre se acha alguma voz dissonante. Aguentei calado só ouvindo até não consegui mais me calar e aqui está o produto de minha manifestação. Que pode não ser perfeita, mas, como sabiamente alguém disse: melhor é o imperfeito, feito, do o que perfeito, não feito.

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1 - Sobre o Espaço

Para Einstein o espaço = "ausência de matéria", logo o espaço não permeia as coisas e, nesse sentido, a matéria curvaria o espaço ao seu redor onde chegasse ou por onde passasse ou onde estivesse. Esse foi um dos grandes erros de Einstein.

Na verdade o espaço não é um ente real, é um "ente de razão/imaginação", ou seja, ele mesmo não existe de verdade, o que existe são as coisas (é redundante mas tenho que dizer) existentes (planetas, poeira, estrelas, gases etc) entre os quais há apenas distância/extensão, ou se preferir, espaço. O comprimento dessa extensão ou espaço pode ser medida por convenções regulares baseadas no que existe, como por exemplo uma régua que usa o padrão metro, que é uma unidade de medida de uma convenção regular baseada no que existe (com pequena variabilidade devido à temperatura).

O espaço é simplesmente a extensão. Então, sim há espaço entre uma matéria e outra, e também por dentro de cada uma das coisas materiais, caso contrário elas não teriam extensão alguma (tamanho/volume) e algo que não tem tamanho/volume algum é algo que não existe (note que até mesmo desejos, imaginações, pensamentos tem tamanho, pois ocupam espaço no cérebro tal como um software ocupa espaço no HD ou em mídias de CD/DVD etc).

Até mesmo o intervalo de ausência de matéria (chamado de "nada" ou "vácuo") possui extensão/espaço, assim como a matéria, por isso ambos (tanto o espaço da matéria quanto o espaço do vácuo) podem ser medidos. Mas Einstein ao que tudo indica pensava que só o espaço tinha extensão e que por isso onde havia ser/matéria não poderia haver espaço, a não ser em volta da matéria/massa ou do ser.

Ou... em outras palavras... Einstein era um sem noção. Pois dizer que a matéria curva o espaço é o mesmo que dizer que a matéria não ocupa espaço. Pois o espaço não as atravessaria, logo, onde hovesse matéria não haveria espaço (e vice e versa).

O erro foi o maniqueísmo de pensar que onde há uma coisa não possa estar a outra ao mesmo tempo (espaço e matéria). Eu digo o contrário, toda matéria é permeada por espaço, logo a matéria não curva o espaço. Ora o espaço não é nada além de mera "extensão", isto é, um conceito, muito útil sim, mas nada mais que isso. E é justamente por não ser nada além de um mero conceito útil que nos permite detectar e padronizar extensões seja do ser, seja do nada, que ele pode estar em todo lugar e a todo momento, pois ao mesmo tempo não está e não é em lugar nenhum em momento algum na realidade como ente real, ele só está em nossos pensamentos/imaginações como um "ente de razão/imaginação" tal como o "nada" que também é um mero ente de razão embora seja questionável se este é ou não um ente de imaginação.

Em nossos cérebros sim ele ocupa um pouco de espaço real como todo e qualquer conceito ocupa em forma de matéria, talvez até mais que a maioria dos outros conceitos pois ele é algo que utilizamos sempre e temos ele como uma referência importante em nossas vidas. E de fato, para nós humanos, ele não é apenas uma imaginação intuitiva criada pela nossa mente mas também um conceito, tendo portanto a natureza de um "conceito-imaginativo" que funde numa coisa só conceito e imaginação em que ambos são igualmente dependentes e um não poderia existir sem o outro no conceito embora pudesse existir um sem o outro na intuição imaginativa (que é a única parte o que os outros animais parecem ter dele).

E o ente de razão/imaginação espaço pode perpassar ou transpassar a matéria, pois meros conceitos imaginários não havendo portanto nenhum conflito entre ele e a matéria, daquele tipo dito por "dois corpos nao podem ocupar o mesmo lugar no espaço", pois o espaço não é um corpo. Portanto os corpos não curvam o espaço. E aliás, como se poderia curvar o espaço no espaço? Ou essa curvatura não ocuparia lugar no espaço? Uma curva só pode ser curva em relação a um espaço/dimensão reta. Ou seja:

Só se pode falar com razão na existência de um "espaço curvo" se houver um referencial não curvo que nos serviria de "prumo" e permita comparar/verificar que em relação a ele o espaço é curvo. Mas se para Einstein esse referencial reto não existe visto que para ele todo o espaço é curvo, então o que realmente não se pode afirmar que existe é o espaço curvo... uma vez que, como acabamos de ver, a condição de possibilidade da verificação da existência de algo curvo é a existência de algo reto que sirva de parâmetro de comparação. E como para ele todo espaço existente é curvo esse prumo reto seria então impossível, o que impossibilita portanto qualquer um de afirmar, com consistência, que o espaço seja curvo.

Uma outra forma de demonstrar o quão sem sentido é o "espaço curvo" de Einstein é esta:

A ideia de um "espaço curvo" só faria algum sentido se considerássemos que "o espaço ocupa espaço" (pare um momento e tente conceber isso em sua mente, um espaço curvo que, por ser curvo, ocupa espaço, caso contrário não haveria espaço para sua curvatura).

Mas, por uma questão de lógica, o espaço não pode ocupar a si mesmo, portanto essa é uma noção é auto-contraditória e, portanto, absurda.

Como podeis ver, sob uma análise lógica dedutiva criteriosa a teoria do "espaço curvo" nâo tem consistência e não faz o menor sentido.

Ai dizem que a curvatura do espaço seria o motivo de a luz fazer curva ao passar próximo de um corpo de grande massa ou que ela não escaparia de um buraco negro porque a massa dele é tão grande que curva ou dobra tanto o espaço ao seu redor que o fecha completamente. Mas será isso mesmo? Veremos.

Na realidade a luz fica presa num buraco negro por causa do eletromagnetismo (mais especificamente pela parte "magnética") do fenômeno fotônico que faz com que os fótons e sejam atraídos pelos corpos de grande massa como se ele também tivessem massa. Por hora, sobre esse assunto basta dizer isso. Em capítulos mais à frente veremos um pouquinho mais tanto sobre a luz quanto sobre eletromagnetismo.

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2 - Sobre o Tempo

O tempo só existe na mudança. Se tudo ficasse estático como se estivesse congelado e nada se mexesse não haveria o tempo, pois o tempo é filho do movimento e o movimento (na natueza inanimada espacial) é filho da gravidade e do magnetismo, mas o próprio magnetismo é filho da gravidade pois é a enorme quantidade de matéria socada num mesmo ponto pelo Big Crunch que faz com que haja Big Bangs e estes espalham pelo espaço porções de matéria derretida (como a lava que há no interior da Terra), matéria essa de onde se origina o magnetismo natural (tanto líquido no magma do núcleo da terra, quanto em pedras, que são partes desse magma já expelido do núcleo da Terra e seco).

Na verdade o tempo não existe de fato, é uma mera convenção entre nós, ou seja, só "existe para nós" (dentro da nossa cabeça) mas não existe fora de nós - embora isso não impeça a utilidade da convenção das marcações de distância temporal para na física, em nossa vída quotidiana e em inúmeras outras aplicações. Mas temos que nos lembrar que se trata de uma convenção e apenas uma convenção. E que o que existe de fato é a constante mudança (dentro e fora de nós) como dizia Heráclido de Éfeso em grego 'panta rei' (tudo flui, tudo é um fluxo constante de interminável mudança) e é porque há movimento constante dentro e fora de nós que há mudanças, e, portanto, também o desgaste. E esse desgaste é o que chamamos de "velhice" que não acontece só em nós, mas também nos objetos e coisas fora de nós.

O tempo não começa com o big-bang, o tempo sempre ocorreu desde que há movimento e sempre ocorre e ocorrerá enquanto houver movimento. Enquanto houver uma partícula se movendo no universo podemos dizer que está correndo o tempo e se um dia todas elas parassem então o tempo igualmente pararia - pois quando algo se move, sempre há um "antes daquilo ter se movido e um depois daqulo ter se movido" e é esse referencial do movimento e mudança que nos permite gerar em nossas mente a intuição/ficação do tempo. E isso inclui o movimento da matéria que precede o big-bang enquanto a matéria vai se aproximando para poder formar o próprio - logo, se havia movimento (da matéria) antes do big-bang então podemos afirmar categoricamente que o tempo não surgiu com o big-bang (para os que acham que eu iria invocar deus aqui para justificar alguma coisa peço que confiram isso: www.religiao.vai.la).

É claro que sobre esse assunto científico do surgimento do universo ninguém tem provas cabais e no final fica na pura especulação mesmo de ambos os lados (teorias com ou sem matemática que não podem ser verificadas empiricamente porque a matéria já existe), mas pra tudo há limite, dá pra notar quando uma especulação extrapola os limites do sensato abusando de nossa credulidade. E é o que me parece fazer a teoria do surgimento espontâneo do vácuo absoluto gerando os opostos matéria e anti-matéria, assim como as demais teorias similares a essa. Mas tudo bem, como não há provas cabais de nenhuma das teorias especulativas não estaremos numa posição muito diferente da inicial... só acho que as pessoas deveriam olhar com mais senso crítico aquilo que é apresentado pelos cientistas como verdade e não tomá-las como verdade só porque "fulano" ou "sicrano" (grandes ídolos da ciência) disseram que é assim ou assado - como a maioria faz (não estou afirmando que seja o teu caso, mas, por outro lado, talvez pode ser que seja). Mas para os religiosos que devem ter ficados pouco contentes com a indicação que lhes dei acima, ainda sou obrigado por minha consciência moral a acrescentar o seguinte:






O documentário Além do Cosmos: O Tempo (Episódio 4) mostra que na época de Einstein tinha havido uma crescente expansão das ferrovias, e os horários entre as estações não coincidiam, pois quando alguém saia de um lugar para o outro via trem lá era X horas e no outro local para o qual estava indo era G horas, o que poderia ocasionar acidentes, então era necessário ajustar os relógios do meio do caminho (das estações entre a saída e o destino) de forma que eles não ignorassem as diferenças de horários entre algumas regiões e outras. Diz também que Einstein via as patentes que vinham sendo registradas para tentar solucionar esse problema e foi dai que ele teve seu insigth "o tempo é relativo ao espaço" (estou ilustrando/parafraseando - obviamente) quando na verdade o tempo é diferente no percurso de um ponto a outro no espaço quando a velocidade na qual se faz esse percurso não é a velocidade infinita (que provavelmente não existe, claro). Ficou claro que Einstein ao ver horários diferentes em locais diferentes ao mesmo tempo teve a ideia do "tempo relativo ao espaço", isso é insofismável.

Ainda sobre o espaço-tempo... É óbvio que o horário aqui do Brasil não vai coincidir com o do Japão por exemplo, pois nossos relógios tomam como base o sol, se o sol está no seu ponto mais central no céu para um determinado território, diz-se que é meio-dia para tal território e nos outros territórios acontecem da mesma maneira. E como a terra é mais ou menos arredondada não é possível o sol estar no centro do céu para todos os territórios ao mesmo tempo ... mas se a terra fosse plana e o sol sempre estivesse acima no centro do céu o tempo todo para todos os territórios terrestres então essa mudança de horário não faria mais sentido e todos nós poderíamos usar um horário único. Logo o que ele constatou foi que em diferentes territórios haviam diferentes horários ao mesmo tempo e pensou, "oh então o tempo é relativo ao espaço", mas ele esqueceu que isso só é válido "para nós" e "segundo nossos modelos vigentes", pois se quiséssemos adotar um horário universal onde por exemplo o meio dia fosse às 9:00 hs da manhã num determinado lugar e às 11:00hs em outro e às 5:00 hs em outro, poderíamos fazer isso, seria só desvincular o meio dia e a meia noite do horário universal de modo que quanto alguém dissesse aqui no meu país são 18:20 ela teria de dizer também "01:40hs antes do meio-dia" (lembrando que meio-dia não estaria mais associado à hora 12:00 mas sim ao posicionamento do sol) e ai pronto, acabaríamos com a relatividade do horário ou do tempo.

Ai você entra num círculo vicioso (petitio principi) onde para provar que a teoria da relatividade é verdadeira você precisa se basear nela como já sendo verdadeira. O que é o mesmo que um crente dizer que a bíblia é a palavra de deus pois está escrito na bíblia que ela é a palavra de deus. Ora se eu não acredito na bíblia e a única prova a favor da bíblia é ela mesma então obviamente que o argumento do cara não convence. Só serve para aumentar a fé dos que já são crentes., mas jamais para convencer um que não seja crente, pois não prova nada, apenas afirma algo que os que são crentes vão gostar de ouvir.

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3 - Refutando o Espaço-Tempo

A Matéria Curva o Espaço?

Respondendo à pergunta "A matéria curva o espaço?" a resposta é: Claro que não! Como seria possível curvar algo que não tem forma alguma e é caracterizado apenas por distâncias uniformes e retilíneas em 3 dimensões? Curvar o que por definição é incurvável? Genial, não? (modo ironic on). Seria como afirmar uma bola quadrada ou um triângulo sem nenhum ângulo.

O erro de Einstein está em pressupor que "espaço é = ausência de matéria" onde por exemplo um corpo celeste ao existir faria com que este espaço se dobrasse ao seu redor (ou seja, o que está no miolo existe e o que está em volta não existe por isso se dobra ao redor daquilo que existe). Numa analogia, é como se ele colocasse uma bola de sinuca dentro de uma bacia quase cheia de água ai ele considerasse que a água simbolizaria o espaço e a bola o corpo celeste. Logo, o espaço não existira dentro dos corpos, apenas rodearia eles, dando a falsa impressão que o espaço se entortaria ao redor dos corpos celestes.

Só que, na verdade não, o espaço não pode ser confundido com a ausência de matéria, pois ele está tanto onde há ausência de matéria quanto onde há presença de matéria, inclusive no interior da matéria/corpos, de outro modo não haveria como medir qualquer coisa existente. Ou seja, para Einstein, o espaço não permeia a matéria apenas se envolve ao redor dela, pois ele acredita que o espaço é a pura ausência de matéria e não a linearidade espacial que se estende infinitamente nas 3 dimensões atravessando o que quer que seja que exista enquanto coisa material. E esse foi o seu maior erro. E se em algum ponto ele fala em "tamanho de corpos" como sendo possível, então ele caiu em contradição com seu próprio conceito de espaço (que só existiria fora das coisas e jamais nelas).

Esclarecido isso fica fácil entender explicações como as seguintes: "a matéria curva o espaço ao seu redor e, quanto mais massa, maior a curvatura", não fica? Ela perde o que de absurdo possuía para ficar plenamente compreensível, ao mesmo tempo que o erro do pressuposto fica visível.

O tempo não existe na natureza, na natureza só existe a mudança... é a nossa psiquê que cria o continuum que percebe na mudança um fio condutor de continuidade e imprime no fluxo ininterrupto de mudanças uma ordem de acontecimentos... e o fato de que isso aconteça naturalmente para nós na nossa psiquê nos faz pensar que o "tempo" exista... mas ele não existe enquanto tal, o "tempo" é a nossa versão humana do fluxo contínuo de mudanças, é uma Apofenia. É uma ilusão da mente e ao mesmo tempo, enquanto conceito, uma ficção útil para nós, mas nem por isso deixa de ser uma ficção/ilusão. Como bem demonstrou Immanuel Kant, a realidade que enxergamos e representamos é moldada pelas operações do nosso aparelho cognitivo.

Por tanto é absurdo qualquer afirmação de que será possível voltar no tempo ou coisas do tipo como geralmente se ouve falar dos cientítas que defendem as teorias de Einstein (como por exemplo este: Ondas gravitacionais podem permitir viagens no tempo diz pesquisador). Infelizmente, eu preferiria muito mais que fosse verdade e que se pudesse ir ou para o passado ou pelo futuro... mas isso carece de veracidade científica.

Uma outra refutação que ataca uma contradição interna dentro da teoria do espaço curvo seria a de que para que houvesse "espaço curvo" seria preciso um outro espaço não curvo para que houvesse a comprovação da curvatura do outro, pois se não há parâmetro de compração então não se poderia chamar com razão ele de "espaço curvo", nesse sentido sim, o espaço curvo, para ser curvo teria que estar dentro de um outro espaço não curvo... o que obviamente mostra que essa teoria do espaço curvo não faz o menor sentido.

Definição de espaço:

O espaço não existe no sentido estrito ("estar fora" [de nós]). Por outro lado o espaço não se caracteriza pela falta, ou seja, ele não é o não-ser ou a ausência de ser. Ou ainda, ele não se identifica com o vazio, pois ele é (um conceito imaginativo e um ente de razão) tanto no vazio quanto no não-vazio (ou na matéria). Portanto, o espaço é a mera extensão que há tanto na parte interna quanto externa da matéria quanto no intervalo entre uma matéria e outra.

"O maior problema da física teórica são as teorias de Einstein, a relatividade do espaço-tempo, a curvatura do espaço e luz, os gêmeos. É completamente incompreensível saber que este diletantismo absurdo poderia conquistar o mundo inteiro. Em geral, vemos um movimento que passa longe do racionalismo iluminação do século 19 e vai para a escuridão mítico-mágica." (Físico Gotthard Barth)

Resumo da ópera:

Um erro conceitual sobre a natureza fundamental do espaço e do tempo foi o que o levou a construir essas teorias furadas derivadas dessa concepção absurda de espaço-tempo que sua dislexia lhe fez criar. Tempo e espaço são entidades mentais apenas, e ele colocou como se fossem reais. Já temos ai a primeira inversão da realidade. Espaço e tempo são absolutos (mesmo sendo meros entes mentais, talvez exatmente por isso) e no entanto Einstein coloca como se eles fossem relativos. Temos ai a segunda inversão da relaidade. Tudo isso que estou falando aqui já foi provado mais acima, aqui estou só tratando de trazer à tona algumas coisas que, embora estivessem contidas nas afirmações acima, não estavam totalmente explícitas nelas.

Só para eliminar qualquer mal entendido... eu não estou dizendo aqui que é errado usar a convenção do espaço e do tempo na física, como a física clássica de Newton sempre fez. Errado é se esquecer ou ignorar que elas sejam meros entes metafísicos, entes de razão e aplicar a eles um estatuto de "realidade física" que eles não possuem, como fez Einstein. Pelo contrário, ele fazia um uso correto e perfeito dessas convenções. O errado é tentar fundamentar qualquer teoria da física sobre uma mera convenção conceitual (útil, na verdade, mas não mais do que isso) considerando que as entidades da convenção fossem entidades do mundo real (físico) e não um mero construto de nossa mente, algo metafísico, que é o que, na verdade, essas convenções intuitivas e utilitárias são - graças à nossa "percepção adaptativa utilitária".

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4 - Efeitos Dinâmicos na Relatividade

Afirmações como as seguintes: "A massa de um objeto aumenta com sua velocidade e tende a infinito quando sua velocidade se aproxima de C"

ou

"A massa de um objeto aumenta tanto ao ganhar velocidade (energia cinética) como ao receber qualquer outra forma de energia".

Essas afirmações são completamente incorretas. A mecância clássica explica muito melhor o que acontece, com o que ela chama de "momento linear". Com maior velocidade, a quantidade de movimento do corpo aumenta, que é o que nos dá a energia cinética de um corpo, aumentando também, portanto, sua inércia. Mas sua massa não aumenta nem diminui com isso, ela permanece igual. O aconteceu foi a junção de duas coisas apenas: força resultante da aceleração + força de inércia.

Einstein diz que quando maior a velocidade de um corpo maior será a sua massa, pois ele acredita que massa é conversível a energia e vice e versa, até ai nenhum problema, mas então, porque ganharia mais massa? A única explicação racional seria que com um atrito muito grande o corpo ganharia energia estática e como energia é conversível à matéria, quanto mais energia o corpo tivesse mais massa ele teria.

Mas agora veremos porque isso não está correto:

Se o corpo não estiver no vácuo a tendência natural é do corpo perder massa, todos sabem que é isso que acontece com os meteoritos que ao entrarem em choque ou atrito com pequenos corpos no espaço e estando em alta velocidade, não aumentam sua massa, mas au invés disso começam a se degradar e a perder massa. E se fosse no vácuo? Se fosse no vácuo o corpo não teria atrito com nada, nem poderia ganhar eletrecidade estática e não ganhando eletrecidade estática não tem como dizer que o corpo teria ganhado energia/massa. Ao invés de ter sua massa aumentada ele apenas não perderia massa pois não há atrito para desgastar a matéria da qual é constituida o corpo em movimento.

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5 - A Luz é Capaz de Viajar no Tempo? Não!

Fótons viajarem para o futuro tudo bem (não é uma fala apropriada, mas dá para entender o que se quis dizer desde que não se queira defender o que foi dito ao pé da letra), pois são emitidos num passado remoto por uma estrela e como a distância é muito grande da estrela até nós e a velocidade da luz não é infinita então ela demora chegar até nós, ou seja ela chega com atraso, agora a luz fazer o caminho inverso e ir do futuro ou do presente para o passado, isso é impossível por dois motivos:

1) A teoria de Einstein usada para tentar validar essa concepção é furada;

2) Como já demonstramos aqui, o tempo nada mais é que uma projeção da nossa mente sobre as coisas, não existindo na natureza, por isso mesmo, não tem como sair do presente e fazer uma viagem para o passado ou para o futuro (a não ser que essa viagem seja uma viagem puramente mental). Dizer que "a luz viaja no tempo" é inapropriado pois na verdade o que ocorre é que "a luz viaja no espaço", e como ela não tem uma velocidade infinita ela demora algum tempo até chegar nos diferentes pontos de destino. Ou seja, ela "viaja no espaço" numa viagem que "leva tempo para ocorrer". Por isso ela não "viaja no tempo". Alguém pode até ter dito isso ("a luz viaja no tempo") em sites, blogs e documentários por ai, mas eles querem mesmo é fazer sensacionalismo e ganhar audiência sem ter muita fidelidade aos termos mais adequados.

Não tem nada a ver com luz viajar no tempo, mas já que estamos falando da luz, na minha perspectiva os fótons são um fenômeno eletromagnético que apesar de não terem massa causam um efeito de atração de matéria como se tivessem massa exatamente pelo aspecto "magnético" do eletromagnetismo. E isso faz com que corpos de grande massa atraiam a luz, podemos considerar, de uma forma similar a se os fótons tivessem massa. Isso será retomado mais adiante.

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6 - As "provas" do espaço-tempo e do espaço curvo



Voo de nave provou o espaço curvo?

Sobre a Nave que Supostamente Comprovou que o Espaço seria Curvo
O artigo que fala sobre isso se encontra em Curvatura espaço-tempo, a prova que faltava

O artigo mesmo diz o seguinte:

"na época em que o Sol se encontra praticamente na região entre a Terra e Marte e seria preciso passar rente a ele para fazer a viagem -, o percurso se torna automaticamente, 19 quilômetros mais extenso do que em outras épocas. A razão é que em regiões afastadas do Sol o espaço é relativamente plano e o vôo pode ser feito em linha quase reta. Mas à medida que os planetas se movem em suas órbitas, colocando-se em lados opostos do Sol, o percurso entre eles passa por regiões onde o espaço é fortemente encurvado pela gravidade solar. Assim o trajeto em curva se torna forçosamente mais longo"

- Ora, será que essa seria a única interpretação possível? Claro que não, a nave passando bem mais próxima do sol do que em outras épocas passaria gastou mais tempo e mais combustível para fazer o mesmo trajeto porque a atração do sol (via gravidade) foi maior por estar mais próximo. Mas não, tem que ignorar toda e qualquer outra explicação plausível para fazer parecer que a teoria foi confirmada. Porque essa outra causa para aquele fenômeno nem se quer foi mencionada? Não me parece algo muito científico essa falta de neutralidade e isenção tendenciosa do forçar a barra para interpretar como "prova" qualquer fenômeno que teria outras explicações igualmente ou até mais plausíveis pelo Princípio da Navalha de Occam.



O experimento dos relógios atômicos

Quanto ao experimento do relógio atômico viajando de avião para verificar a suposta dilatação do tempo predita pela teoria de Einstein, muita gente até hoje ainda acredita que aquilo foi a prova de que a teoria do espaço tempo estava certa. Porém, não há provas de que o adiantamento nos relógios que estavam no avião tenham sido causados pela velocidade do avião e nem pelo sentido em que a viagem do avião foi feita, pois é muitíssimo provável que os relógios tenham se desajustado por terem passado por cima de um dos campos magnéticos da terra, pode ter sido devido à redução da força da gravidade à uns 10 km de altitude, pode ter sido uma série de outros fatores ou variáveis que não foram levadas em conta porque não faziam parte do recorte que eles estavam buscando ver - como diria Marx Weber sobre a o tema "a neutralidade da ciência" e novamente o viés de confirmação.



A dilatação no espaço-tempo em satélites de GPS

Não é porque eles se movem rapidamente no espaço que os relógios se adiantam, antes é porque quanto mais longe se está do centro de gravidade da terra menor é o seu poder de influência/atração sobre os corpos, e, por exemplo, é claro que nessa circunstância empurrar um carrinho de mão cheio de areia seria muito mais fácil e leve, o mesmo acontece com os relógios sejam eles de qual espécie forem. Aliás, segundo a dilatação do tempo da teoria de Einstein, eles deviam era se atrasar (pois o tempo deveria passar mais devagar para quem está em maior velocidade) ao invés de se adiantar, como ocorre.

"a Teoria da Relatividade de Albert Einstein - provavelmente a teoria científica mais famosa da história - deveria ser vista como uma ideologia, não como ciência. Ele argumenta que seus impactos na ciência e na cultura popular foram tão grandes precisamente porque, como uma teoria científica, ela de fato não faz sentido. A teoria de Einstein contém inconsistências elementares (...) Uma falha famosa na teoria de Einstein é o chamado Paradoxo do Relógio. Ele estabelece que se um relógio viaja a bordo de uma espaçonave, enquanto outro fica na Terra, quando o relógio da espaçonave retornar ele irá mostrar que se passou menos tempo do que o relógio que ficou na Terra. Essa previsão viola o próprio "princípio da relatividade" de Einstein, que estabelece que, se você está na espaçonave deverá ser o relógio que ficou na Terra que andará mais devagar. Esta é uma crítica que a ciência nunca foi capaz de resolver satisfatoriamente. O Paradoxo do Relógio ilustra como a Teoria da elatividade de fato contém inconsistências que a tornam cientificamente problemática. Essas inconsistências, contudo, tornam a teoria ideologicamente poderosa. Precisamente porque a teoria de Einstein é inconsistente, seus defensores têm se baseado em princípios contraditórios de uma forma que expande enormemente sua aparente capacidade de explicar o Universo" Fonte: A teoria da relatividade é ideologia e não ciência, defende pesquisador.

Os relógios que se movem uns em relação aos outros com grande velocidade em tese funcionariam mais lentamente, mas na prática é o oposto pois sendo essa alta velocidade alcançada no espaço a alguns kilômetros da Terra faz com que o campo gravitacional influa menos e faça os relógios andarem mais rápido, mas isso só nos permite tirar conclusão a cerca dos relógios utilizados (e seus mecanismos de funcionamento frente a interferências a que são expostos nas circunstâncias dos experimentoss com a tecnologia de então) e não do "tempo" em si.



O experimento do eclipse de 1919

O experimento da lente gravitacional no eclipse de 1919 foi usado para provar a relatividade geral que dizia que a gravidade é o efeito da distorção do espaço-tempo pela presença de um corpo massivo. Na minha perspectiva os fótons são um fenômeno eletromagnético que apesar de não terem massa causam um efeito de atração de matéria como se tivessem massa exatamente pelo aspecto "magnético" do eletromagnetismo. E isso faz com que corpos de grande massa atraiam a luz, podemos considerar, de uma forma similar a se os fótons tivessem massa. Essa é uma outra interpretação possível ao meu ver bem mais plausível segundo o princípio da Navalha de Occam. Segundo, a Navalha de Occam é uma princípio epistemológico que em suma diz que "quando se explicando algo, nenhuma suposição além do necessário deveria ser feita. Ou que a explicação que precisa de menos suposições para explicar algo, dentro do que é possível explicar no momento, é a melhor explicação."



Lentes Gravitacionais

Na teoria de Einstein o fóton sempre vai reto, mas o espaço-tempo é curvo. Um esperimento famoso que supostamente teria provado isso chama-se "gravitacional lens" (lentes gravitacionais).

Não contesto a foto, apenas as interpretações que fazem dela. Vejamo o que diz o site do clube de astronomia do Rio de Janeiro a título de exemplo do pensamento dos defensores da tese de que essa foto seja uma prova da curvatura do espaço que estaria provando portanto que existe espaço curvo: "O que se vê na imagem é na realidade a luz proveniente de um distante e poderoso objeto, que ao passar pelo intenso campo gravitacional da galáxia é dividida em quatro feixes, em um mecanismo conhecido como "lente gravitacional". - Fonte: http://www.astronomia-carj.com.br/index.php/component/content/article/36-ultimas-noticias/155-a-cruz-de-einstein-ea-curvatura-do-espaco-tempo.html Em 1915, Albert Einstein comprovou que a massa de um grande objeto pode criar uma curvatura no espaço-tempo ao seu redor, capaz até mesmo de curvar a trajetória de um raio de luz que passe pelas imediações. Dessa forma, um grupo de galáxias de grande massa também provoca uma forte curvatura no espaço-tempo, fazendo com que todos os raios luminosos que atravessem a região sejam curvados, formando uma verdadeira lente cósmica." - Como sempre... não se trata de nada além de viés de confirmação e mais uma falácia de petitio principii, onde aquilo que se advoga como alguma suposta prova da teoria na verdade já depende dela para que a explicação que tenta justificar a teoria possa fazer sentido.

Só que ele só "prova" a teoria de Einstein se você já acreditar nela como sendo verdadeira (ou seja, não prova, pois "provar" é provar para quem não crê nela, pois para quem já crê qualquer coisa que pareça favorecer a teoria serve como "prova' de que ela é verdadeira). Levantar tal experimento como prova da teoria é uma forma de "petitio principii", uma vez que petitio princippi é uma retórica falaciosa que consiste em afirmar uma tese que se pretende demonstrar verdadeira na conclusão do argumento, já partindo do princípio que essa mesma conclusão seja verdadeira em uma das premissas; pois a explicação da interpretação dada ao fenômeno já pressupõe aquilo que supostamente ele a observação do fenômeno deveria provar, de forma que só supondo que a teoria é válida se pode chegar à conclusão de que o fenômeno observado provou alguma coisa. Ou seja, ai você entra num círculo vicioso (petitio principii) onde para provar que a teoria da relatividade é verdadeira você precisa se basear nela como já sendo verdadeira.

Os caras criaram um imenso laboratório de pesquisa só pra tentar provar que ondas gravitacionais existem para corroborar a teoria de einstein porque já acreditavam nela como sendo verdadeira. É isso que se chama "viés de confirmatório". Que é exatamente o oposto do falseamento da teoria que é o que eles como cientistas deveriam buscar. Só que nesses casos a chance deles julgarem que acharam o que queriam sem ter achado de fato aquilo mas sim uma outra coisa qualquer, é grande. Vários tipos de interferências podem ter acontecido no experimento levando eles a julgarem que acharam o que queriam. Como eles fizeram para determinar que a causa do fenômeno percebido foi a detecção de ondas magnéticas fruto da vibração do espaço-tempo e não outra coisa qualquer como alguma interferênci de algum tipo? Essa é uma questão central que coloca em xeque a metodologia utilizada bem como as inferências que se tira sobre a natureza dos resultados detectados.

Outra forma demonstrar que esse argumento não é bom é pelo fato de que ele usa como prova uma fotografia do que visivelmente são 5 estrelas juntas (conhecidas como as "Estrelas de Einstein" porque supostmente se considera que essa imagem provou que as 5 estrelas vistas na foto são na verdade uma única estrela), mas isso não passa de mera suposição. Pela Navalha de Ocam vemos que a explicação de serem na verdade 5 Estrelas Irmãs demanda muito menos explicação e complicação sendo portanto a mais simples e eficaz. Veja por exemplo este vídeo sobre estrelas irmãs.


Suponhamos que a descoberta de ondas gravitacionais não seja mais uma farsa (das várias outras criadas pelo viés de confirmação pra fazer parecer que Einstein estava certo), como isso provaria que a teoria do espaço-tempo é verdadeira?


É óbvio que se dois buracos negros se juntam formando um só o centro de gravidade deles que eram separados, agora unidos são mais forte e numa direção única, isso por si só gera uma força maior de gravidade na direção desse novo buraco negro maior e essa atração existe em todas as direções ao redor dele... agora como que isso prova a existência de espaço-tempo? Não faz o menor sentido, não prova nada, é um completo "Non Sequitur". Só "parece" prova pra quem já é um "crente" no dogma do espaço-tempo.

Se dois buracos negros se juntam formando um só o centro de gravidade deles que eram separados. Uma vez unidos são agora um só buraco negro maior, mais forte e com um centro de gravidade único, tendendo a puxar tudo ao seu redor numa direção única (seu centro). Isso por si só gera não "ondas gravitacionais" mas sim pulsos gravitacionais de atração que ao observador parecem se comportar como ondas pois atraem tudo para si em efeito cascata.

Por aumentar se formar um novo campo gravitacional muito mais poderosa com centro de gravidade unificada o poder de atração dele aumenta e como a junção se dá num determinado momento as ondas de gravidade se propagam no sentido inverso do de propagação usual (tipo inundação) mas sim no sentido de uma atração/sucção (o exato oposto da expansão de uma bomba), onde ao invés de empurrar matéria ele pucha para si e cada nova porção grande de matéria que e junta a ele gera um novo pulso gravitacional de atração que pucha um pouco mais, até que a quantidade de matéria que ele consegue atrair para si com cada pulso de atração gravitacional vá diminuindo cada vez mais e com isso se formem pulsos de atração gravitacionais cada vez mais fracos e então ele se estabiliza.


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7 - A Teoria de Tudo

Eletromagnetismo Atômico:

Tudo começa com o Eletromagnetismo, mas especificamente o Eletromagnetismo Atômico.


Modelo Planetário do Átomo
"Quando falamos em átomos, a maioria das pessoas pensa em um sistema planetário em miniatura, na qual o núcleo atômico positivo (constituído por nêutrons e prótons) faria o papel do Sol, e os elétrons seriam os planetas, com órbitas bem definidas. Esse movimento geraria o que chamamos de momento angular, que está associado à velocidade de rotação (velocidade angular) e com a massa do corpo. Continuando com essa analogia, poderíamos imaginar que os elétrons, como os planetas, teriam um movimento ao redor de um eixo de rotação. Como os elétrons têm carga elétrica, esses movimentos gerariam uma corrente e esta criaria um campo magnético, transformando assim os átomos em minúsculos ímãs."¹



O eletromagnetismo causa a agregação de átomos devido à sua parte (eletro)magnética. A agregação de átomos reune mais matéria (com mais átomos que contém em si mesmos eletromagnetimo) e, portanto, potencializa o magnetismo fazendo com que quanto mais átomos juntos, mais força de atração de outros corpos eles tenham devido ao fator da cumulatividade, gerando assim o fenômeno da Gravidade em níveis perceptíveis pelo corpo humano. A Gravidade se intensifica na região central da agregação de átomos ou corpo e gera uma concentração (Aumento de Densidade da Massa) deste, que, por sua vez causa um aumento de Resistência ao Movimento dos Elétrons (devido ao menor espaço e geração de Atrito entre eles), o que, em corpos de grande massa, aumenta a dissipação de Energia devido ao aumento do atrito (ou da resistência ao movimento) dos elétrons. Coisa esta que gera calor, o calor causa exitação dos elétrons acelerando sua velocidade (porém não mesma medida da perda da veloicidade) ao mesmo tempo que gera/libera energia em forma de Luz (energia radiante) que são os fenômenos que fazem o elétron perder energia e decair de nível na camada eletrônica (ou eletrosfera).

Eletromagnetismo Atômico -> Massa composta -> Gravidade > Aumento da Densidade da Massa -> Resistência ao Movimento dos Elétrons -> Atrito -> Calor -> Liberação de energia sob aforma de eletricidade (falsamente dita) estática (pois na verdade ela é dinâmica) e de Luz -> A energia liberada compensa quase totalmente o gasto extra gerado pelo Atrito, não suprindo totalmente o gasto extra unicamente por causa da perde de energia que se perde ao se transformar em Luz sendo liberada do elétron em forma de fótons - que ao atingir outro elétron se tranforma em energia novamente aumentando a energia dele.

Massa composta:
Chamaremos de massa composta todo e qualquer corpo que possui mais de um fóton ou mais de um átomo só para não confundir com a massa de partículas subatômicas. Sim você deve ter estranhado colocarmos como se o elétron tivesse massa, pois na verdade ele não tem mesmo, mas para fins de cálculo e compreensão da gravidade é preciso considerar que a atração magnética do fóton advinda de sua natureza eletromagnética é de natureza similar ao efeito eletromagnético que é causado pela massa dos átomos. E quanto mais átomos agrupados mais poderoso esse poder de atração de outros átomos se torna, pois ele é cumulativo, ou seja o poder de atração de cada átomo é somado ao poder de atração de cada outro átomo (e claro, que quanto maior for a massa de cada átmo mais poder de atração ele tem). E embora na prática ele seja um poder minúculo e desprezível, até indetectável quando se tentar medir em um único átomo ou em poucos (pois, provavelmente, sempre as interferências de outros campos gravitacionais formados por corpos muito maiores acabarão causando interferências que anularão uma atração tão pequena - seja a massa do planeta Terra, se for na Terra, seja a massa da nave se for no espaço, seja a massa do pesquisador que olha no microscópio se ele estivesse fazendo isso fora da nave, seja a massa do próprio microscópio com uma câmera ou até da lâmina do microscópio, todos estes teriam muito mais massa - é por isso que o fenômeno só é perceptível em corpos com muita massa, como planetas, estrelas etc) mas quando agrupados em corpos de grande massa produzem o efeito de atração de outros corpos que por exemplo a Terra exerce sobre nós. Na verdade o que os físicos chamam de gravitons nada mais é do que o eletromagnetismo gerado pelo movimento dos elétrons girando em torno do núcleo.

Gravidade:
É por isso que quanto maior for quantidade de massa de um corpo maior é a sua gravidade (ou, em outras palavras, é por isso que o campo gravitacional gravidade de um corpo é proporcional à sua massa). Ou nas palavras de Newton, é por isso que "Cada partícula de matéria atrai a outra partícula com uma força, que é diretamente proporcional ao produto das suas massas e, inversamente proporcional ao quadrado da distância entre elas". E quanto maior a massa de um corpo então maior a força gravitacional do corpo e maior é a pressão interna que há no núcleo desse corpo pois o núcleo é o ponto central do campo gravitacional do corpo. E porque é assim? Porque o centro é o único lugar que é pressionado com a maior quantidade de massa por todos os lados. Logo quanto mais ao centro do corpo mais pressão haverá nesse determinado ponto ou região.

Porque então o chumbo, por exemplo pesa mais que o ferro se a gravidade é fruto do eletromagnetismo? O ferro não deveria pesar mais então?
O que explica o fato de a gravidade fazer com que, por exemplo, o chumbo, que não é atraído por ímans da mesma forma que o ferro, seja atraído com mais força em direção ao centro gravitacional da terra, e portanto pese mais que o ferro, é o fato de que o eletromagnetismo atômico não causa atração pela matéria das moléculas, mas sim pelo câmpo eletromagnético gerado pelas micropartículas em cada átomo. E como o chumbo é um material muito mais denso que o ferro, tem portanto muito mais átomos reunidos para uma determinado espaço cúbico do que teria o ferro. Isso explica, portanto, porque o chumbo pesa mais do que o ferro em porções de igual tamanho de ambos.

Mas se o eletromagnetismo atômico resulta numa espécie de minúsculos ímans que atraem outros minúsculos ímans também de eletromagnetismo atômico, para então gerar o efeito conhecido por nós em escala maior como 'força gravitacional' (gravidade)... E como fica o a parte da repulsão eletromagnética, visto que todo íman tem sempre dois polos, o sul e norte, um onde um sempre atrai os de polo diferente e repele os de polo igual?
Em alguns átomos a repulsão se dá na parte interior do campo eletromagnético e a atração se dá na parte exterior e em outros átomos ocorre o inverso disso. Porém quando na parte externa se encontram polos iguais, essas os átomos se repelem e nesse movimento de afastar-se uns dos outros geralmente encontram átomos com um campo eletromagnético de polaridade (externa) inversa à do seu, e por isso se atraem. E esse é um processo que acontece de forma extremamente rápida. Dessa forma, se cria a aparência de que a atração é maior que a repulsão, pois no fim das contas os iguais se repelem mas nesse afastamento logo encontram outros diferentes para se integrarem de forma harmoniosa, e uma vez unidos tendem a permanecer juntos (pela força de atração mútua de polos externos diferentes). E é este estado final que nós percebemos e não aquele instante de repulsão de polos iguias que nem se quer conseguimos perceber. Mas ainda tem um outro ponto importante a ser observado. É que, embora depois de atraídos haja uma força de repulsão que impeça que a força de atração eletromagnética continue aproximando as partículas indefinidamente - considerando nesse caso uma quantidade de massa constante (pois quando mais matéria se agrega ao montante inicial, como o poder de atração é maior que o de repulsão, acaba havendo uma compressão das partículas devido ao efeito da força resultante advindo da parte externa do campo eletromagnético), havendo porém adicional agregação de matéria à quantidade inicial, devido aos polos de atração estarem bem mais próximos do que os polos de repulsão, mesmo estes sendo o dobro em número que aqueles, a força resultante acaba sendo a de atração (pois um par de ímas em modo de atração e próximos atraem se com mais força do que dois pares de imãs causando repulsão distantes mais que o dobro da mesma distância do par de imans que se atrai)... gerando portanto uma compressão, e consequente densificação de matéria... que só não se junta totalmente porque a outra força de repulsão, embora vencida inicialmente, quando os átomos estão em maior distância, porém, quanto mais próximos ficam, maior se torna a força de repulsa devido à proximidade a que passam estar agora então os ímans em modo de repulsão ("imãs" aqui significam "campos eletromagnéticos").

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8 - Como os Universos se Reciclam

Descobriu-se recentemente que o nosso universo está em expansão acelerada, o que significa que ele é jovem ainda, seria maduro se estivesse diminuindo sua velocidade de expansão e velho se estivesse se retraindo. Eu acreditava que em algum momento a força de atração gravitacional refrearia a força de expansão inercial (originada pela matéria posta em movimento pela explosão do último Big-Bang).

Mas, estudando um pouquinho mais e refletindo muito mais, descobri que eu estava em parte certo em parte errado quanto a isto. Eu achava que em algum momento a força resultante mudaria de lado, deixando de ser da força de expansão inercial e passando para força de atração gravitacional e achava que o simples fato de corpos terem grande massa (como estrelas, planetas etc) faria com que eles começassem lentamente a se juntarem.

Em linhas gerais está certo, a força gravitacional vai vencer a força inercial que possibilita a expansão do universo, mas o como isso acontecerá recebe agora um incremento especial. Entra em cena os buracos negros como enormes lixeiras de reciclagem de matéria.

Com o passar do tempo eles cospem matéria para longe de si, porém a porção de matéria que abocanham é quase sempre bem maior do que a que cospem o que faz com que na maioria dos casos eles tendam a se tornarem cada vez maiores e mais potentes (tanto para engolir quanto para cuspir, mas como há uma assimetria entre ambos a aquisição de matéria será sempre maior que a expulsão de matéria).

E quando maior ele se torna com mais força e velocidade ele consegue atrair mais matéria para si e inclusive de mais longe ele consegue puxar. No final das contas o que sobrará serão buracos negros que sugaram tudo que tinha à sua volta e que a matéria cuspida por um é imediatamente sugada por outro.

Por mais distantes que estejam, eles são tão grandes e tão pesados que começam a lentissimamente a se aproximar, os mais leves são os mais velozes nesse encontro entre todos os buracos negros, que pode durar uma quantidade de tempo assombrosa para se realizar por completo.

Mas quanto mais cada um deles tem um encontro com um outro, vai aumentando a velocidade do encontro destes dois que se tornaram um novo e maior com os outros.

Os unidos que se tornam um só, se movem mais lentamente ainda em direção aos mais próximos (exceto caso haja deles em todas as direções - o que é improvável, pois a força resultante seria sempre maior em direção a um deles) mas os outros que ainda não se uniram e são de tamanho menor ou os que estão mais próximos vem agora com uma velocidade maior em direção aos que se uniram.

E quanto mais buracos negros se unem, muito mais potentes se tornam em atrair outros, até que chega ao ponto em que toda a matéria é atraída pela força gravitacional de vários buracos negros unidos e quando isso acontece surge um novo Big-Bang.

Dois corpos fundidos num só atraem mais que dois corpos separados pois não há desvio de ângulo de atração (não há forças em direções diferentes competindo uma com a outra) estão afinadas numa mesma direção puchando tudo em direção ao seu próprio e único centro gravitacional.

É por isso que o que estrelas separadas não conseguem fazer (em termos de atração gravitacional de outros corpos de grande massa), quando juntas num buraco negro elas conseguem fazer. Devido à concentração da atração ter aumentado diminuindo a competição de atração gravitacional por diferentes ângulos (o que causava em muitos casos anulação da força que um astro causava por um ângulo pela atração que um outro ou outros astros causava por outros ângulos).

Em suma, como demonstrei acima, tanto o espaço quanto o tempo (do espaço-tempo) nos humanos são criações-ilusionais/conceitos-ficcionais, são entes de razão úteis criados por nosso cérebro para nos ajudar. E nos outros animais há a ilusão e não o conceito (e fato é que há gradações na criação ilusional/percepção destes de uma espécie animal para as outras, conforme a capacidade cerebral de cada espécie que tem direta relação com às habilidade necessárias para cada espécie).

Finalmente quero dizer que, não adianta refutar uma coisinha pontual ou outra, um detalhezinho ou outro insignificante do que eu disse aqui, se apenas um desses argumentos todos que aqui apresentei não puder ser refutado já será suficiente para por por terra a tese de Einstein que ele ataca. E se uma cair todas as outras teses dele nela baseadas caem juntas. E modéstia às favas acredito que mais de uma das minhas críticas restará de pé.

Sugestão: Aos que foram capazes de ler até este ponto aqui se mantendo impassíveis defensores das teorias de Einstein... criem logo a Igreja Einsteiniana. Assim o que hoje acontece clandestinamente será feito às claras para que todos saibam e conheçam essa nova fé. Pois, na verdade, é disso que se trata. De fé, de dogma e adoração e não de qualquer outra coisa. Estas são palavras de um ateu que sabe reconhecer quando vê uma religião.

A fórmula de Poincaré esta certa, e é ela que permite essas explicações, o que questiono são as teorias que o Einstein supostamente fez a partir dela do tempo e do espaço como sendo relativos um ao outro e como entidades físicas reais e não como meros entes de razão/abstração como na verdade eles são. Esse é o único e grande erro. O tempo não existe na real, o que existe é mudança, o tempo é uma abstração de nossa mente sobre o antes durante e depois de cada acontecimento, vem da necessidade de unificação (e portanto de continuidade) da nossa percepção que é limitada e precisa dar um jeito de simplificar para absorver (mesmo que seja criando uma ficção ilusão mental para isso). O espaço é a mesma coisa, não passa de uma abstração mental, se fosse matéria não poderíamos medir uma extensão onde há vácuo, e se fosse ausência de matéria, corpos físicos não teriam volume ou altura, comprimento e nem tamanho algum. Logo o espaço não é matéria e nem a ausência de matéria. É um conceito metafísico tal como o tempo também é (embora sejam abstrações/ficções/ilusoes úteis). Por isso não existe a tal entidade física do espaço-tempo e muito menos a do espaço curvo.

Só lembrando que este assunto não se trata só de física e matemática mas também de metafísica, pois quando se esta a tratar da natureza do tempo e/ou do espaço, isso é metafísica. Por exemplo, existem 3 teorias sobre o tempo Realista Conjugada (eternalista - onde passado, presente e futuro estão ligados e o futuro já existe, nós é que nos movemos sobre o tempo [ideia de espaço-tempo], pressupõe o tempo como sendo entidade real/física/existente) Realista Dinâmica (presentista - tudo que existe de fato é só o presente, o passado já eras e o futuro ainda não é algo real. É só potência [no sentido aristotélico do termo], mas nada em concreto. Pressupõe o tempo como sendo uma entidade real/física/existente, exceto o futuro.) Idealista Dinâmica (o tempo é uma criação/ilusão da mente, mas uma ilusão útil na vida prática (no sentido de pragmática), na qual o passado já não é mais, o presente é, e o futuro ainda não é, sendo só potência - mas isso apenas em nossos julgamentos e na nossa "percepção criativa", pois na realidade, tudo o que existe é um fluxo ininterrupto de movimento, nossa mente é que cria uma linha imaginária fazendo comparações e montando uma cronologia dos acontecimentos como "antes, durante e depois de algo" nos levando aos conceitos de passado, presente e futuro, coisa esta que evoluindo se tornou o que chamamos de história que nada mais é que a tentativa de criar uma narrativa dos acontecimentos sucessivos, ou alinhados em ordem de acontecimento, ou seja, numa linha [imaginária] do tempo, mas o que de fato existe é apenas o movimento e não o tempo). Qualquer uma destas é fácil supor, mas só a última tem condições de ser demonstrada racionalmente.

"A princípio, uma teoria nova é atacada como sendo um absurdo. Então, é admitida como verdadeira, porém, insignificante. E finalmente é aceita como verdadeira e importante e os adversários passam a dizer que foram eles que descobriram!" - William James.

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9 - Respostas a críticas

9.1 - Exigência de novos experimentos para impugnar interpretações erradas de experimentos já feitos

"Tu estás apresentando um problema sobre esta teoria e, pelo método científico, para desbancá-la, deves propor uma outra teoria e provar que ela passa nos mesmos testes."

- Para impugnar uma teoria nem sempre é necessário fazer novos experimentos, em muitos casos os erros são de natureza meramente interpretativa dos fenômenos ocorridos nas experiências feitas, nesses casos, basta mostrar que aquela não era necessariamente a única interpretação possível do fenômeno observado e nem a melhor (a melhor é a que explica o máximo de fenômenos requerendo o menor número de pressupostos teóricos). E é assim que tenho feito, usando não uma nova teoria, mas as já existentes. Como o conceito de eletromagnetismo de James Maxwell, o conceito não realista de tempo e espaço de Newton que se opõe à versão realista dos mesmos defendido por Einstein (os conceitos de tempo e espaço de Newton são idealistas, e portanto, perfeitamente compatíveis com os meus, a saber, entidades puramente metafísicas porém úteis à física (desde não numa concepção realista e equivocada deles) e à vida prática como um todo.



9.2 - Alegando que a suposta necessidade das teorias de Einstein para resolver o problema dos GPS (o que nao é verdade) seria uma prova de que elas são verdadeitas

Tu escreveste isto: "que prova deram de que a causa diferença de horário dos relógio que ficou na terra em relação ao que esteve voando no avião foi a velocidade com que se voou e não o tempo que se permaneceu naquela altitude por exemplo? Foi assim com o adiantamento dos relógios dos satélites também. Acham uma coincidência dizem eles "é a prova". Ao invés disso, mero viés de confirmação." 1 - Há duas relatividades - a relatividade restrita (ou especial) que ignora os efeitos da gravidade (por isso se chama restrita) e a relatividade geral. Dez anos após a publicação da teoria especial, Einstein publicou a Teoria Geral da Relatividade, que é a versão mais ampla da teoria, em que os efeitos da gravitação são integrados, surgindo a noção de espaço-tempo curvo. 2 - No caso, tanto do avião, como dos satélites do gps os dois efeitos concorrem, os previstos pela relatividade restrita e os previstos pela relatividade geral, que trata o problema da gravidade. 3 - A relatividade restrita, nesses casos, prevê o atraso dos relogios que se movam mais depressa. 4 - Arelatividade geral, nesses casos, prevê o adiantamento dos relógios que estejam mais longe da terra. 5 - No, final, quando somas os dois resultados, o efeito da relatividade geral é mais forte, ou seja, os relógios adiantam. 6 - Apesar disso, para que o gps não dê resultados errados, tens que diminuir a parcela prevista pela relatividade restrita. Ficou claro por que a tua questão e conclusões estão erradas? - Já notastes que em vários âmbitos não raro é possível mais de uma explicação para um mesmo fenômeno? Pois é, e ao meu ver a minha é bem mais simples, pois dispensa tudo que Einstein propôs. Nesse caso por você citado, ao meu ver ali o que ocorre é que a gravidade, no sentido da física clássica o atribui, atrasa o mecanismo dos relógios (exceto os que tem como seu motor a própria gravidade, nesses ao contrário a marcação do tempo se aceleraria). Essa seria a parte que manteria ainda que de longe alguma ligação com com a alegada relatividade geral de Einstein. E a restrita que adiantaria um pouco o relógio mas não a ponto de vencer a geral (segundo o pensamento aplicado de Einstein) ao meu ver não existe, esse suposto tempo descontado com base nela para efetuar o cálculo da velocidade se deve ao fato de que o freio causado pela gravidade não é tão forte quanto se supõe e ele tem exatamente a menos a quantia que de força que se supõe que seja devido à relatividade restrita. O fato de eu não saber fazer esse cálculo não é prova de que ele não seja possível, da mesma forma que se eu não soubesse que 2+2=4 isso não mudaria o fato de 2+2 ser = 4. Logo minha pouca competência em cálculo não é prova de que seja impossível fazer o tal cálculo para a correção dos GPSs sem as contribuições de Einstein, ou que alguém mais competente que eu em cálculo não possa vir fazê-lo. Para isso, basta que ele faça as substituições indicadas logo acima.



9.3 - Tentativa de refutar a premissa de que só com base em padrões planos se poderia falar com algum sentido em "espaço curvo"

Dizes isto: "Só se pode falar com razão na existência de um "espaço curvo" se houver um referencial não curvo que nos serviria de "prumo" e permita comparar/verificar que em relação a ele o espaço é curvo." 1 - para saber se um espaço é curvo, ou não, medes os ângulos internos de um triângulo inscrito nesse espaço. Se a soma dos ângulos der diferente de 180º estás num espaço curvo. Geometria de Riemann, estão apresentados.

"Para saber se um espaço é curvo, ou não, medes os ângulos internos de um triângulo inscrito nesse espaço. Se a soma dos ângulos der diferente de 180º" - Esse é no caso um exemplo de referencial de não-curvaturidade, ou se preferir, de referencial plano. Isso não refuta o que eu disse, é apenas um exemplo de que o que disse está certo, sem um padrão/referencial plano ou de planidade não se pode verificar a curvatura de alguma coisa.



Crítica do sujeito: "Na verdade o tempo não existe de fato, é uma mera convenção entre nós, ou seja, só "existe para nós" (dentro da nossa cabeça) mas não existe fora de nós - embora isso não impeça a utilidade da convenção das marcações de distância temporal para na física, em nossa víde quotidiana e em inúmeras outras aplicações. Mas temos que nos lembrar que se trata de uma convenção e apenas uma convenção. E que o que existe de fato é a constante mudança"

Minha resposta: 1 - O tempo é uma convenção que é definida pela observação que tu ao te deslocares de um ponto a outro percorres uma trajetória e essa sequência de passos pode ser amis rápida ou mais lenta.

2 - Antes da relatividade achávamos, na nossa convenção de tempo, que este variaria linearmente com a rapidez absoluta do referencial em movimento. Hoje, conseguimos definir esta nossa convenção de forma mais precisa. O tempo medido para percorrer uma trajetória e a própria extensão medida da trajetoria, dependem do referencial em que a medida é feita. De tal forma, que se o cara que se move levar um relógio com ele e tiveres outro com um relógio parado em relação à terra, o relógio do cara que se move mais depressa vai marcar menos tempo (só conseguirias ver esta diferença para velocidades próximas da velocidade da luz (300000000m/s) ou com relógios com um enorme grau de precisão.

Crítica do sujeito: "Em suma, o que Einstein mostrou é que não se pode falar isoladamente dos conceitos convencionais, espaço e tempo."

Minha resposta: Não mostrou, ele apenas disse isso e os supostos experimentos que supostamente comprovariam isso já forma refutados como já mostrei. Além do mais ai você entra num círculo vicioso (petitio principi) onde para provar que a teoria da relatividade é verdadeira você já precisa se basear nela como já sendo verdadeira. O que é o mesmo que um crente dizer que a bíblia é a palavra de deus pois está escrito na bíblia que ela é a palavra de deus. Ora se eu não acredito na bíblia e a única prova a favor da bíblia é ela mesma então obviamente que o argumento do cara não convence. Só serve para aumentar a fé dos que já são crentes., mas jamais para convencer um que não seja crente, pois não prova nada, apenas afirma algo que os que são crentes vão gostar de ouvir

Crítica do sujeito: "Por outro lado, a existência da matéria escura já provada por cálculos matemáticos"

Minha resposta - Tudo que os cálculos apontam é uma enorme margem de erro, hiato, fenda, entre o que é, e o que segundo a teoria da relatividade deveria ser, que ai eles supõe, interpretam, imaginam, atribuem a algo que não existe (ou pelo menos nunca jamais foi provado que existe) para tentar justificar a teoria da relatividade ao invés de rejeitar a teoria que leva eles a ter que inventar coisas para tentar justificá-la.



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10 - Um pouco mais sobre Einstein e sua obra

HISTÓRIA

A história dos plágios de Einstein

Albert Einstein é uma fraude

O plágio de Einstein


FÍSICA E MATEMÁTICA

O que o físico e matemático Gotthard Barth tem a dizer sobre as teorias de Einstein?

O que o físico Cesar Lattes tem a dizer sobre as teorias de Einstein?

O que o historiador Peter Hayes tem a dizer sobre as teorias de Einstein?

Vejamos o que Roger Schlafly que é Dr. em matemática tem a dizer sobre as teorias de Einstein.

Conheça o livro "Einstein, o plagiador inveterado", de Christopher Jon Bjerknes

Conheça o livro "Como Einstein arruinou a física", de Roger Schlafly

Conheça o livro "Einstein, a afetação de um imperador com roupas novas: Desmascarando um charlatão", de Robert L. Henderson

Erros evidentes das bases teóricas da teoria da relatividade

Refutação da contração de comprimento e conclusões dilatação do tempo da Teoria Especial da Relatividade de Einstein

Ver também o livro: Mathematical Invaldity of Relativity (Both Special and General), por Cameron Y. Rebigsol

A verdade sobre Relatividade

Em experimento neutrino chegou 60 nanossegundos antes da luz. Feito seria 'impossível', segundo teoria de Einstein.

Novo teste também mostra neutrinos acima da velocidade da luz

Contra a Relatividade

Equações Contra Einstein

Experimento do físico francês Alain Aspect demonstra que Bhor estava certo e Einstein errado



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Forma de citação: As falhas (onto) lógicas das teorias de Einstein, por André Caregnato, acesso em: www.einstein.vai.la

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