Paulo Freire e a Educação Brasileira


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Roger Scruton é outro que esmiúça o tipo mentalidade que circunda as academias, e não foge em nada do contexto das universidades brasileiras. Dentro do pensamento progressista existiriam dois tipos de elementos dentro dos grupos vitimistas, um (o oprimido) alimentado com o discurso de que as agruras de sua vivência tem relação direta com um elemento opressor (governo, sociedade, patriarcado, policia, etc.), e outro que expõe o discurso, mesmo sem ter qualquer experiencia direta, analisando o problema dentro da mera esfera intelectual, mas que se sente como parte do grupo de vítimas por se identificar racionalmente com a causa. A ironia do fato é que parte dessas das idéias vem de uma elite correspondente ao segundo tipo de vitima, que não tem experiencia direta com o problema, mas ditam as tendências jogando no colo dos oprimidos as causas de seu vitimismo, apresentando normalmente soluções através de experimentos sociais que podem ou não dar certo, baseado em idéias que podem ser ou não verdadeiras cuja imprevisibilidade ou conseqüência de seus fins importa menos que a urgência da sua implantação.

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