William Lane Craig Refutado



Neste primeiro vídeo veremos o desafio lançado pelo Stephen Law ao Craig, desafio este ao qual ele não responde, pelo menos não nos termos do desafio, mas lança uma cortina de fumaça desviando-se do assunto e da questão central que lhe foi proposta, exatamente como o ateu suspeitou que ele iria fazer e como você pode conferir...









Agora confira como a resposta de Craig se desvia completamente da questão proposta por Stephen Law em seu desafio, o que torna evidente que não cumpriu com sua parte no desafio porque não tinha jeito de provar o que ele pretendia nos termos do desafio, o que evidencia que o Stephen Law tem razão em sua suposição de que por um lado, um criador mau é no mínimo tão plausível com um criador bom, mas que, por outro lado, ambas as suposições, a do criador mau quanto a do criador bom são rejeitáveis por se auto-nulificarem mutuamente (uma vez que ambas as suposições não podem ser verdadeiras tendo-se em vista que uma contradiz a outra).






Nota: Craig faz uma crítica sobre o uso da palavra "deus" feito por Stephen Law em seu desafio, alegando que só seria correta usar o termo "deus" ao se referir a um ser bom, mas que o termo "criador" poderia muito bem se encaixar dentro do contexto da fala de Stephen Law. Ok, concedemos isso a ele então, e, portanto, substituiremos nas nossas falas o termo "deus" por "criador" conforme sugerido por ele.

1) Craig não provou que a alternativa do criador mau fosse muito pior que a do criador bom;

2) No contexto do desafio proposto tanto o criador bom como o criador mau são igualmente versões que se auto-nulificam, o que mostra que a única opção viável, sensata e ponderada seria admitir que nenhum dos dois existe;

3) O mal no mundo não prova a existência de deus, prova a existência do bem apenas, e substituir a palavra "bem" por "deus" nesse caso é desonesto, é cometer intencionalmente a "falácia do equívoco" (que é quando num mesmo argumento se usa uma palavra com sentidos diferentes - no caso aqui ele tá usando a palavra "bem" como se fosse "deus". Mesmo que ele acredite que o bom seja deus ele teria primeiro que provar então que deus existe e depois provar porque ele é o bem, tentar nos empurrar essa conclusão antes de provar que deus existe [e pior, na tentativa de provar que deus existe] leva ele a outra falácia, a de petitio principi). Além do mais, o fato de os animais não poderem filosofar sobre a própria dor não os impede de SENTIR a dor! Qual a pessoa que sendo torturada brutalmente seja por um animal predador ou por um outro humano e sentindo dores indescritiveis não preferiria não sentir dor se as alternativas fossem "ou sente dor ou tem a capacidade de filosofar sobrea dor"? Se os animais continuam a sentir a dor e só não tem a capacidade de refletir sobre isso eles já foram obrigados a ficar com a pior parte duplamente (por sentir a dor e por serem incapazes de refletir sobre a mesma). E isso nao serve como atenunate. Que cara mais retardado ou desonesto!!!



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